Trabalhos

Capa de Identificação da Equipe e do Trabalho
Tema 07 - Parque da Cidade e o Meio Ambiente de Tauá

Capa de identificação do trabalho e da equipe



Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE
Campus Tauá


Curso: Técnico em Redes de Computadores
Série: 1º Ano do Ensino Médio Técnico Integrado
Turma: 20172.17101.2




Projeto Integrador Extra Curricular 2017-4
Tema do projeto: “Conhecendo as águas e o meio ambiente de Tauá”


Tema do Seminário:
7 - Parque da Cidade e o Meio Ambiente de Tauá.


Alunos que compõem a equipe:
1- Felipe Lima dos Santos - nº 14
2- Francisco Assis de Souza Neto - nº 16
3- Francisco Ícaro Silva Gomes  - nº 17
4- Maiko Victor Cavalcante Gomes - nº 28
5- Samuel Ribeiro Loiola  - nº 36

Líder da Equipe: Felipe Lima dos Santos



Introdução
Tema 02 - Climatologia, Hidrografia e o Meio Ambiente de Tauá



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Nesse blog iremos abordar variados assuntos que partiram de uma aula de campo e transformou-se em um trabalho interdisciplinar.



Aqui trataremos especificamente sobre Tauá e os variados aspectos que compõem a cidade. Relatando também um pouco de sua vasta história, para que possibilite o melhor entendimento e compreensão da mesma.




Nosso tema é Climatologia, Hidrografia e Meio Ambiente, este por sua vez, foca diretamente no clima da região (quente e seco) uma das maiores características próprias que a mesma possui. Adentraremos também na hidrografia e sobre a importância de suas águas.


Esperamos que aproveitem todo o conteúdo e que possam enriquecer ainda mais o conhecimento sobre Tauá, nessa forma dinâmica e interativa de compartilhar saberes.

Geografia e o Projeto Integrador
Tema 05 - Nascente do Rio Jaguaribe e o Meio Ambiente de Tauá

Proposta: elaborar um texto dissertativo sobre o seu tema no Projeto Integrador 2017-4, que possa explicar claramente o assunto abordado.


O Rio Jaguaribe nasce na Serra da Joaninha, a 5 km da sede de Tauá, e tem sua foz na divisa entre as cidades de Fortim e Aracati. Este rio, conhecido como “rio das onças” na tradição tupi-guarani, nasce pela junção do Rio Trici, Rio Carrapateiras e Rio Favela. O Rio Jaguaribe pertence à Bacia Hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental, beneficiando diversas cidades e, portanto carrega o título de maior rio do Ceará, sendo também o mais importante.


   “Rio Jaguaribe: Marco 0”  



“Foz do Rio Jaguaribe em Fortim”

Ele é dividido em Região Hidrográfica do Alto Jaguaribe, do Salgado, do Médio Jaguaribe, do Banabuiú e do Baixo Jaguaribe. Tem uma extensão de aproximadamente 633 km, percorrendo todo o estado e alimentando outros rios e açudes como o Castanhão, um dos mais importantes açudes do estado.


                                      “Açude Castanhão. Fotógrafa: Sheila Oliveira”


A Região dos Inhamuns está inserida na Região Hidrográfica do Alto Jaguaribe, que é formado por rios de importância, extensão e largura consideráveis, como Carrapateiras, Trici, Puiú, Jucá, Condado, Conceição, Cariús e Trussu.
Os rios Trici e Carrapateiras, pertencentes ao município de Tauá, alimentam a Barragem do Trici e o Açude Várzea do Boi, respectivamente. Esses rios contribuem para a evolução da região em que o Alto Jaguaribe está inserido, exercendo influência no abastecimento, desenvolvimento e crescimento da população.
Os rios abordados não apresentam trechos perenes, isto é, permanentes. Somente no encontro com o Açude Orós (principal reservatório dessa região hidrográfica), é possível garantir a perenização do Rio Jaguaribe, até o encontro com a foz.
Atualmente, há uma discussão, no que tange a localização da nascente do maior curso de água do Ceará. As indagações foram iniciadas no período do projeto Cílios do Jaguaribe, onde realizam pesquisas em busca da localização precisa da nascente e destacam argumentos, como regiões mais elevadas podem ser o local em que o início do curso de água está inserido.

Sociologia e Projeto de Acompanhamento ao Aluno e o Projeto Integrador
Tema 06 - Olho D'água da Nanci e o Meio Ambiente de Tauá




A água é um elemento que todo ser humano necessita para viver, é fonte da vida.  Ela
possui um ciclo conhecido como ciclo hidrológico, que se refere à troca contínua de água
na hidrosfera, entre a atmosfera, a água do solo, águas superfície, subterrâneas e das
plantas.
   Em Tauá, grande parte da cidade é abastecida pela a barragem do Trici, porém,
atualmente o abastecimento hídrico da cidade está vindo do açude Arneiroz II, por conta
do baixo nível de água da barragem.
   O Parque da cidade é um dos cartões postais de Tauá, o seu principal fator estético é a
lagoa, onde esta influencia diretamente na temperatura dos ambientes aos redores,
levando em conta sua umidade relativa do ar.
   Tauá tem como o clima semiárido e o seu bioma caatinga, onde sua vegetação é
composta por plantas geralmente espinhosas, como por exemplo, xique-xique, cacto, onde
armazenam água para servir de alimento aos animais em época de estiagem.
   Com a escassez de chuva e a grande falta de água a população de animais também
acabou ficando cada vez mais escassa. Esse fenômeno acaba afetando indiretamente a
alimentação das pessoas que além de se alimentarem desses animais, usam o couro
como fonte de renda extra.
    As cisternas chegaram para dar um pouco mais de tranquilidade aos agricultores, elas
são responsáveis por armazenar a água da chuva. Em épocas de estiagem as cisternas
tem enorme importância e seu aproveitamento concorre para reduzir problemas
ocasionados pela seca.
   O governador do Ceará distribuiu estação de móveis para o tratamento de água em três
regiões do estado, segundo o blog do Wilrismar Holanda. O Ceará mais uma vez dá um
passo importante em investimento em equipamento para as fontes hídricas.
    “A vantagem desses equipamentos é que eles podem se movimentar para qualquer
região do Ceará. Algumas máquinas ficarão na DAS para atender o programa de cisternas
de placas, e outras com a cagece para atender comunidades que precisam do tratamento
de água. É mais um investimento importante, que envolve profissionais treinados e
capacitados para operar o tratamento de fontes de água em locais de situação de
emergência” disse o governador.
   A água, como todos nós já sabemos, é um dos recursos mais importantes para a nossa
sobrevivência além de diversas outras funções. Mas, atualmente, o mundo está sofrendo
com diversas crises hídricas. Em Tauá não é diferente, alguns de nossos principais pontos
de abastecimento hídrico, açude Trici, apresenta baixo nível de água para satisfazer toda a
população. No entanto o governo está com diversos projetos que pretendem reverter essa
situação, mas também precisamos exercer nossa função de cidadão e economizar a água,
pois sabemos que muitos desses projetos não sairão do papel.
Barragem do Trici.
História e o Projeto Integrador
Tema 05 - Nascente do Rio Jaguaribe e o Projeto Integrador

Proposta: Fazer um  relatório sobre o processo de ocupação do território de Tauá, tomando como escopo os seguintes aspectos: Doação de sesmarias; extermínio das populações indígenas (exemplo: etnia Jucás); a importância da arqueologia e paleontologia da região (Museu regional do Inhamuns); processo de permanência das oligarquias; organização da economia atual; expressões culturais da região.



Habitava no sudoeste do Ceará um povo indígena conhecido como Jucás. Era um povo forte que se alimentava de carnes e peixes, eram especialistas no preparo de iguarias como paçoca de amêndoas e no cultivo de mandioca. Por morarem em uma região farta divergiam da maioria dos povos indígenas que necessitavam se locomover em busca de alimentos. Além das guerras que travavam com outros povos indígenas (Crateús, Quixelôs) pelo domínio da terra, esses índios tiveram que batalhar contra os colonizadores que pretendiam povoar essa região.
No começo do século XVIII, Francisco Ferreira Pedrosa destruiu aldeias Jucás e Crateús na região de Santana do Cariri (naquele tempo chamada de Brejo Grande). Esse extermínio levou a um clima de paz que incentivou a colonização dos arredores. Francisco foi considerado pioneiro na conquista dos Inhamuns, pois exterminou em árduas lutas as aldeias indígenas locais.  
No dia 1º de agosto de 1706 o governador de Pernambuco, Dom João de Sousa, distribuiu 33 léguas (aproximadamente 160 km) de terras na “cabeceira” do Rio Jaguaribe a 11 fazendeiros baianos. Seus nomes eram:
Francisco Barroso, João Batista, Gonçalo Neto, Domingos de Moura Coutinho, Francisco Gonçalves Fiúza, João e Nicolau Lopes Fiúza, Francisco e Domingos Alves de Seixas, Manuel Dias Figueiras e Dona Isabel Barreto de Meneses. 
Francisco Barroso pretendia desenvolver a pecuária em suas terras e Nicolau Lopes pretendia se fixar no interior. Ambos abandonaram suas terras. Sobre os outros, não foram encontrados registros.
Em 1707, dois grupos de famílias entraram nos Inhamuns propriamente dito e deixaram aqui um legado que perdura até hoje, marcado pelo sobrenome Feitosa e Ferreira Gomes. Eles tiveram que conviver com os índios que ainda restavam nessa parte do Estado, mas que logo se extinguiram, pois suas terras agora eram currais de gado.
A fama de boas terras para criação de gado fez-se desenvolver uma corrida de fazendeiros para ocupar o sudoeste cearense. João de Almeida foi um dos colonos mais hábeis, já que casava seus filhos com filhos de colonos vizinhos. Podemos citar também Francisco Ferreira Pedrosa que tinha cerca de 30 léguas (145 km) de terras ao longo do Jaguaribe. O Rio Tauá (atualmente Trici) foi dado ao Capitão Luís Coêlho Vidal. Teodósio Gomes de Freitas se apossou dos Riachos das Lagoas, de Tederô (atual Santa Tereza) e do Amoré (atual Riacho do Mato) e formou a fazenda Cedro.
Todos estes se dedicaram a criação de gado, tornando os Inhamuns um ponto de referência para esse negócio.
Assim, os Inhamuns [...] se tornaram o primado pastoril de todo o nordeste brasileiro e Tauá era o ponto de convergência da vaqueirama forasteira.” (FREITAS, 1972)


A família Feitosa e a família Gomes (que deu origem aos Gomes de Freitas), foram pioneiras no povoamento de Tauá e arredores. Na sede, após as primeiras casas serem levantadas, foi construída a Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Igreja Matriz).
 “Francisco Alves Feitosa levantou seus primeiros currais [...] em Cococi. Os Gomes e seus parentes Ferreira [...] evoluíram para Trici e Carrapateira.” (FREITAS, 1972)
 No Império, o Governador elegia alguém que tivesse poder como Capitão-mor quase imediatamente ao surgimento de alguma vila. Na República estes eram denominados de intendentes.
Uma das primeiras famílias a exercer o máximo poder em Tauá foi a família Feitosa, que ficou conhecida por sua força e bravura após uma disputa particular com a família Monte. Eles se mantiveram no poder todo o período da Primeira República (1889-1930), mas logo outras famílias questionavam seu direito ao poder. Alguns anos depois, quando os apoios da família Feitosa saíram do poder, esta também saiu.
Outros nomes também foram importantes na política de Tauá. Podemos citar Joel Marques, que disputou o poder com a família Gomes de Freitas; Antônio Câmara (família Gomes de Freitas) e Júlio Rêgo, que disputaram o poder por muitos anos; Domingos Filho (família Gomes) e Idemar Citó, que disputaram a influência política na cidade por muitos anos, sendo Domingos Filho o vencedor aparente por conseguir colocar sua esposa Patrícia Aguiar e seu primo Odilon Aguiar para exercer 4 mandatos até o ano de 2016.
A economia de Tauá tem suas atividades concentradas no setor primário, tornando-se prepoderante e um dos principais meios de geração de renda na Região dos Inhamuns. Nas atividades do setor abordado, destacam-se a agricultura, com a plantação de feijão, milho e etc; pecuária, onde ganham destaque e tornam-se referência pela ampla experiência adquirida pelos ancestrais na criação e manejo de bovinos, ovinos e caprinos, e a pesca, para subsistência ou garantia da renda de algumas famílias, movimentando a economia do município.
É de conhecimento geral o desenvolvimento do município do município, no que tange a urbanização e modernização do local, atraindo  empreendimentos e facilitando a instalação de indústrias, reduzindo a taxa de desemprego na cidade.
Unindo a constante necessidade de produção de cisternas no semiárido, devido a estiagem, o Governo do Estado firmou convênio com o Ministério da Integração Nacional, permitindo a vinda da BAKOF, que fabrica cisternas de polietileno. Outro empreendimento que movimenta a economia regional é a fábrica Melbros, com produtos inovadores na indústria calçadista, produzindo em grande escala.
Ainda convém lembrar a instalação da primeira fábrica de preservativos do Estado, da empresa Alltex, vinda do Amazonas, mas decidiu concentrar suas atividades nas demandas da região Nordeste.
Todos esses investimentos transformam o município e fazem com que Tauá ganhe "novos olhares", não somente como a região semiárida do Estado.
Atualmente, Tauá dá início a mudança e ampliação do parque industrial, dinamizando o setor econômico, forma de gerar renda e distribuindo produtos com qualidade e eficiência.
O município também ganha destaque, no que tange a extrema importância histórica e cultural, com um acervo rico em informações sobre as civilizações antigas e que tornam-se instrumento de pesquisa para diversas áreas do conhecimento, tais como arqueologia e paleontologia, ganhando destaque em escala/cenário nacional.
A Fundação Bernardo Feitosa, criada pelo pesquisador Joaquim de Castro Feitosa (in memoriam) e Maria Dolores de Andrade Feitosa, é mantenedora de acervos importantes, como o Museu Regional dos Inhamuns e Sala de Paleontologia, visando a compreensão do modo de vida dos ancestrais, registrando o modo de vida de tribos indígenas na Região dos Inhamuns.
O Museu Regional dos Inhamuns armazena materiais que comprovam e resgatam a cultura regional, com a presença de artefatos e mecanismos que retratam a eficiência das antigas civilizações nesse local, em relação ao aprimoramento de técnicas nas áreas da agricultura, pecuária e etc.
Na Sala de Paleontologia, é possível encontrar fósseis de animais pré-históricos (alguns pertencentes a mega fauna), que habitaram a região há cerca de 10.000 anos, como a preguiça gigante, tatu gigante e mastodonte.
Esse vasto patrimônio cultural, comprova a importância do município na descoberta e avanços em estudos das áreas do conhecimento, como também a utilização de tais riquezas para fins turísticos, gerando renda para o município.

O FestBerro, por exemplo,  é um festival de exposição de ovinos e caprinos que acontece no mês de novembro e visa promover o turismo e a dinamicidade econômica da região. A exposição acontece no Parque Pedro Alexandrino Feitosa (BR 020) e envolve os produtores e criadores de toda a região na busca por reconhecimentos e premiações. Além disso, em alguns anos do festival houve oficinas de aprendizagem voltadas para a culinária local e premiações para o melhor prato. Todos os dias de exposição são marcados também pelos shows que acontecem no Parque da Cidade, reunindo o público jovem em prol de diversão e lazer. Neste ano (2017) acredita-se que festival não se realizará por conta da instabilidade política que a cidade se encontra após a mudança de representante/prefeito.






Na cultura religiosa podemos destacar as maiores tradições católicas do município. A primeira delas é a Festa de Jesus, Maria e José, que acontece no mês de abril e é marcada pela Caminha da Fé. São cerca de 26 km percorridos a pé da Igreja Matriz em Tauá até o Santuário de Jesus, Maria e José em Marrecas. Outras festividades que podemos citar são as festas da Padroeira. Uma ocorre na sede, em homenagem a Nossa Senhora do Rosário (mês de outubro) e a outra ocorre em Flores - Trici em homenagem a Nossa Senhora do Carmo (mês de julho).



(Festas da Padroeira de Tauá)






(Festas da Padroeira de Flores)






(Santuário de Jesus, Maria e José - Marrecas)



Outra expressão cultural forte na cidade é a Festa Junina. Todos os anos é realizado o Chitão dos Inhamuns, um festival que reúne quadrilhas de toda a região (inclusive de cidades como Pedra Branca e Iguatu), para disputarem o título de melhor quadrilha. A vencedora passa para a fase estadual e pode ser eleita a melhor quadrilha do estado do Ceará. Na cidade temos a quadrilha Flor do Mandacaru e a quadrilha Arraiá do Brilhantão. 






(Quadrilha Flor do Mandacaru)



Educação Física e o Projeto Integrador
Tema 02 - Climatologia, Hidrografia e o Meio Ambiente de Tauá

Objetivo: identificar a existência de políticas públicas para a prática de atividade física e lazer em Tauá. Apontar as condições destes espaços e a adequação dos equipamentos a prática. Buscar soluções para os problemas encontrados.
   


                   Um dos principais locais para a prática de atividades físicas e lazer em Tauá é o parque da cidade, pois o mesmo dispõe de equipamentos para exercícios físicos e possui uma área ideal para quem deseja fazer caminhada e sair do sedentarismo. Porém este local não tem equipamentos suficientes para suprir a necessidade da população, que, em maioria, idosos, preferem locais abertos e gratuito para a saúde dos mesmos. Recentemente a prefeitura em parceria com a Unimed estão implantando um projeto para disponibilizar a população uma variedade de equipamentos.
                                    
          Outro local muito acessível a população é a quadra poliesportiva Joaquim Pimenta, que por sua vez tem tamanha importância para a cultura de Tauá, pois é nela onde são realizadas a maioria das atividades esportivas da cidade. Promovendo o lazer a quem assiste e a quem participa. Pouco tempo atrás a quadra foi reformada, onde o foco principal era a proteção dos expectadores, que muitas vezes eram atingidos pela bola.
   
         Temos também a quadra poliesportiva do IFCE - Campus Tauá, onde esta é disponibilizada gratuitamente para treinos e para jogos. Especialmente das seguintes modalidades: Vôlei, basquete e futsal. Vale lembrar que não é aberta só aos alunos do IFCE, mas também ao público externo. Isso possibilita consideravelmente um maior acesso à prática de esporte e a inclusão de diferentes tipos de pessoas.





Equipamentos para exercícios físicos no parque da cidade.




Quadra poliesportiva Joaquim Pimenta

Biologia e o Projeto Integrador
Tema 03 - Fauna, Flora e o Meio Ambiente de Tauá

A Desidratação no corpo humano
   Primeiramente, já que vamos falar sobre a desidratação no corpo humano, vamos primeiro ver um conceito sobre o que é essa desidratação. Segundo o Dr. Anaya Mandal: “ A desidratação é uma circunstância que resulta quando o corpo perde mais Água do que ele recolha”. Dois terços do corpo humano são compostos de água, o que ajuda em diversas funções, da lubrificação dos olhos, até a lavagem dos desperdícios e das toxinas. Enquanto a água no sangue começa a diminuir, o desequilíbrio resultante nos níveis de minerais, de sais e açúcares pode causar diversos efeitos prejudiciais.
   Você deve estar se perguntando: “Mas o que causa a desidratação?” A Maior das causas, é a pouca ingestão de água por dia. É recomendado, que deve-se tomar de 2 a 3 litros de água por dia. Mas tem algumas outras causas como: urinar demais, beber muito café ou bebidas alcoólicas, suar excessivamente, dentre outras.
   Existem 3 tipos principais de desidratação, a depender dos fluidos que são perdidos. Podendo ser:
· Hipotônico - Perda de eletrólitos
· Hipertônico - Perda excessiva de água
· Isotônico - Perda de água e de eletrólitos
   A desidratação causada por doenças pode contribuir para complicações nos tecidos humanos. como por exemplo: O tecido epitelial, quando estamos desidratados, reduzimos a nossa transpiração. O suor serve para controlar a temperatura do nosso corpo, Se o corpo esquentar muito, podem ocorrer muitos problemas com o nosso organismo. Também podemos citar problemas no tecido nervoso, como tremuras, dificuldade de raciocínio e confusão mental, atenção, habilidades psicomotoras e memória. Quando a pessoa está desidratada,o volume de sangue diminui, afetando assim, mais um tecido: O Sanguíneo. Vemos então, o quanto é prejudicial á saúde ficar desidratado, pois afeta todos os tecidos do corpo humano.
 Por isso, certifique-se de ficar adequadamente hidratado, especialmente quando você está perdendo fluidos, é a melhor maneira de afastar possíveis exaustão de calor e sintomas de desidratação. É importante prestar atenção aos perigos, para evitar danos graves à saúde. 

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Ciências Ambientais e o Projeto Integrador
Tema 04 - Paleontologia, Arqueologia e o Meio Ambiente de Tauá
Primeiramente, o que é mata ciliar? É a formação vegetal que se localiza nas margens dos rios, represas, lagos. Conhecida também como mata de várzea ou mata de galeria. De acordo com o Código Florestal Federal como "área de preservação permanente", pois possuem muitas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão territorial de acordo com a largura da nascente, represa ou lago. 
          A falta da mata ciliar pode dar origem a muitos problemas. Aqui estão alguns desses problemas: 
Assoreamento e Erosão: A erosão das margens acaba levando terra para dentro dos rios, ficando sólidos em suspensão e pode ocorrer prejuízos ecológicos, dificuldades no tratamento de água para abastecimento, assoreamento e entupimento das tubulações de capitação. As erosões são maiores em épocas chuvosas.
Qualidade da água: A mata de várzea possui uma enorme importância na qualidade da água, pois reduz a erosão das margens e o assoreamento dos rios, no qual ficam sólidos na superfície e prejudicam a vida aquática e a qualidade da água para o consumo humano.
Escassez de água: A fata da mata de galeria aumenta o escoamento superficial e diminui a infiltração, o que acaba diminuindo o armazenamento de água no subsolo (lençóis freáticos).Isso pode aumentar os riscos de enchente nos rios e córregos em período de chuva. 
Manutenção da biodiversidade: A mata ciliar possibilita que as especies ali presentes, se desloquem e se reproduzam e garantam a biodiversidade
Pragas na lavoura: A falta dessa vegetação pode ocasionar o aparecimento de pragas e doenças nas plantações, alem de outros prejuízos econômicos .

Conclusão
Tema 04 - Paleontologia, Arqueologia e o Meio Ambiente de Tauá

O Projeto Integrador foi bastante importante para o conhecimento e aprendizagem dos alunos do curso técnico integrado em Redes de Computadores do IFCE. Podemos conhecer um pouco sobre a história de nossa cidade, seus ecossistemas e também sua cultura. Infelizmente a poluição ainda é um grave problema que afeta os nossos ecossistemas e paisagens, como no rio Trici e o Olho d'água da Nanci, lugares que visitamos e ficamos sabendo um pouco sobre a história desses lugares através de explicações de pessoas capacitadas que nos acompanharam. Também conhecemos a Barragem do Trici, que é de onde vem a água que abastece o município de Tauá, onde nos encontramos com D. Mazé, mulher guerreira da história de Tauá, que nos contou toda a história do nosso reservatório e suas lutas para conseguir esse importante local do nosso município.
           Atividades como essa do Projeto integrador são de grande importância para o aluno, pois é um modo de todos os docentes participarem com suas avaliações de modo que todos os alunos participem e se esforcem para absorver mais conhecimento e ter uma mente mais aberta.


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Aula de Campo - 09/11